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Mostrando postagens com o rótulo setembro amarelo

JÁ MATAMOS UMA HANNAH BAKER

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Sim, exatamente isso! Todos nós já matamos ou torturamos uma Hannah Baker na vida. As causas são as mais diversas possíveis, mas acontece que precisamos falar e debater sobre o assunto. Quanto mais evoluídos tecnologicamente ficamos mais desumanos nos tornamos, e pessoas como a Hannah não podem morrer por nossa conta. A grande questão é, sempre levamos ou fazemos as coisas na brincadeira, mas depois que a corda for laçada e os pés não alcançarem mais o chão, não tem mais volta, muito menos pedidos de desculpas. Por ano, em média, 804 mil pessoas desistem de viver por não conseguirem lidar mais com a dor, com as 'brincadeirinhas' que escutam. As vezes essa dor é como a picada de uma formiga, outras vezes é como a mordida e a velocidade de um leopardo que não se alimenta a dias. Os tais grandes avanços tecnológicos continuam nos jogando dos penhascos e nos tornando pessoas frias e incapazes de criar empatia pelas pessoas ao nosso redor. As instituições como escolas, ...

OS JOVENS ESTÃO MORTOS! #SetembroAmarelo

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A depressão vem matando a juventude e ninguém está se interessando para ajudar. A cada novo dia mais e mais jovens entram em seus traumas e permanecem cada vez mais 'apaixonados' por eles. O silêncio e a falta de empatia com o próximo vem mascarando a nossa dor e nos tornando cada vez mais distantes dessa realidade. Fissurados a dor, ao amor gerado as sofrências, e a toda essa grande ilusão das 'bads juvenis'. Os olhos já não choram mais pela dor, mas sim por sua falta. Expostos para os seguidores viramos símbolo de uma falsa resistência e não alvo de ajuda. Nos tornamos falsos heróis, que na verdade não somos. Enganados por essa realidade virtual nos tornamos apaixonados pelo ilusório de que pra crescer precisa-se morrer. Os novos ídolos permanecem sob uma bolha onde os polos emocionais foram trocados, sorrir passou de espontaneidade para um ideal de felicidade forçada, para gerar likes e comentários. Os novos ídolos aprenderam a som...

MEU SUICÍDIO #SETEMBROAMARELO

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E a primeira vez que tudo me aconteceu eu tinha por volta dos 15 anos, ainda estava no colegial. Nessa época fui preso dentro do meu próprio corpo, entre quatro paredes. Um ambiente escuro e isolado de qualquer contato. Durante muitos meses o suicídio me serviu de moradia, meu medo se abrigou a ele, tornando-se minha única companhia durante os próximos anos. Eu falhei a primeira vez, quando a falta de ar me fez parar de pressionar o travesseiro contra o rosto. Na tentativa falha de morrer asfixiado. Quase cheguei ao fim nos meses seguintes, quando palavras de opressão me foram ditas. A pressão que o lençol - branco encardido - fazia ao ser enrolado sob o meu pescoço em forma de corda, me fizera quase perder o chão. Lutei contra os monstros que eu mesmo criei, dentro de mim. Enormes e famintos. Almas e mais almas os alimentam. E com as pernas já fracas e a visão turva engoli. Ali me vi de encontro com o fim da dor. Engoli-los na intensidade de gritar para surdos. Aos poucos m...